mulheres

[vitor torres teixeira – @vitortorres]

 

 

já visitou o abduzeedo hoje?

de onde tc?

[vitor torres teixeira – bairrista]

Hoje perguntei ao oráculo o que ele sabia sobre Cuiabá. Foi isso que ele me respondeu, nessa exata ordem:

Prefeitura de Cuiabá;

Cuiabá – Wikipédia;

Guia Cuiabá;

Noticias sobre Cuiabá:

Cuiabá tem  dia mais quente do ano;

Comicio no Parqui Cuiabá reúne 4 mil apoiadores de Silval, Maggi e…;

Cuiabá e Teresina têm recorde de calor do ano neste domingo;

Diário de Cuiabá;

TopCuiabá;

Cuiabá – Guia de viagem, dicas e onde ficar | Férias Brasil;

BrasilViagem.com – Cuiabá;

Sites de Cuiabá :: Todos os Sites de Cuiabá em um único lugar;

UNIC – Universidade de Cuiabá;

Arquidiocese de Cuiabá – Inicio;

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Ainda boquiaberto com a falta de objetividade de nosso bilionário oráculo, pedi que fosse mais preciso e me criasse uma imagem sobre a Cidade em que nasci e tenho tantas memórias. Com a agilidade só conquistada por poucos, o onipresente (desde q se tenha wifi) me deu, aproximadamente, 433.000 opções de respostas em menos de 0,29 segundos.

A primeira imagem que o tão poderoso me mostrou foi essa:

– é somente disso que você é capaz? desafiei. Você é tão 2002, oráculo.. disse com tom de desdenho.

***

Decepcionado decidi procurar uma segunda opinião. Afinal, esse mundo tá cheio de gurus mais ou menos, nénão?

Assim que cheguei ao endereço do outro mestre (no caso doutor, ou pós) fui muito bem recebido com tamanha sabedoria. Certeiro, assim disse:

– “Perspectivas generalizadas ou muito abrangentes a respeito das cidades tornam-nas invisíveis.”

– foda! pensei…o mestre continuou:

– Chamar Cuiabá de “Cidade Verde” é inserir “confortavelmente seu habitante num imaginário partilhado, ao mesmo tempo em que oculta suas articulações numa visibilidade genérica.”

Agradecido, parti com a cabeça a milhão. Quando já quase dobrava a esquina, o mestre gritou:

– “Não há cidades, há lugares…”

***

Agora já tenho uma missão, já sei o que descobrir: Como o ciberespaço começa a redesenhar os mapas das cidades? Até que ponto as conexões com a Internet em determinados locais contribuem para formulação de um novo imaginário sobre as cidades? Quem decide o que é nova Cuiabá? Como uma cidade pode fazer sentido para mim? e para meus amigos, vizinhos, desconhecidos? A internet não é mais uma rede… são várias!

Muitas outras perguntas hão de vir… e respostas também.

ps: esse post não contém links propositalmente. E não te interessa pq. =]

#botequimtuitajoaquim

Bem vindo ao #botequimtuitajoaquim. A entrada custa um mísero Tuite.

mê vê um The National, com um pouco de Bloodbuzz Ohio, por favor! Então…

gerenciamento de impressões, laços sociais e o sol.

[vitor torres teixeira – construtor de identidades]

Todos os dias converso com uma dezenas de pessoas. Minhas conversações, ou boa parte delas, se espalham e chegam a uma outra dezenas de individuos. Talvez até centenas. Isso porque sou participante ativo de redes sociais em ambientes online, e minhas impressões, opiniões e conversas fiadas são depositadas em banco de dados e circulam pela Internet através dos laços que estabeleci nesses anos em que venho criando e gerenciando perfis em sites de redes sociais.

Hoje conheci os trabalhos de um pesquisador americano chamado Oldenburg. Li sua teoria sobre os terceiros lugares. Para o autor, há três tipos de lugares que são importantes na vida de um indivíduo. O lar, que consiste em um primeiro lugar, é onde está a familia. O trabalho é o segundo lugar. Ali são fortalecidas as relações de sociabilidade institucionalizada entre os individuos. Por fim, o autor define como terceiro lugar os parques, bares, espaços de lazer. São nestes ambientes que os indivíduos vão para construir laços sociais. Os terceiros lugares de Oldenburg são fundamentalmente espaços essenciais para a consolidação de uma sociedade, pois é através de trocas sociais que os conseguimos nos manter unidos.

O declínio de ambientes onde se formulam laços sociais, agregados a falta de tempo e a política do medo podem ser associadas ao isolamento das pessoas e à efemeridade das relações sociais atuais.

Entretanto, me coloco novamente como exemplo: O aumento da utilização de ferramentas em ambientes online e de comunicação mediada por computador representa um esforço no sentido contrário, em direção ao social, a formação de novos laços.

Talvez este contexto representa a causa da do surgimento e expansão das comunidades virtuais. As pessoas agora buscam novas formas de se conectarem umas as outras, de criar, estabelcer novas relações.

Na Internet estou seguro. Quando estou em minhas comunidades virtuais não corro riscos.

E nem sinto falta do sol.

…nem de você… =]

Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação

[vitor torres teixeira – congressista]

Todos os artigos apresentados nos DT’s da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, estão disponíveis para download. O evento que aconteceu em Caxias do Sul entre os dias 3 e 6 deste mês é o maior congresso brasileiro de pesquisas temáticas em comunicação.

Ao todos são 8 DT’s que se subdividem em 29 Grupos de Pesquisas. Este ano foi minha terceira participação na rede Intercom, mais uma vez no no DT Multimidia, que se divide em dois grupos de pesquisas: #GPCiber e #GPConvergências.

Durante os quatro dias que estive em Caxias dividi meu tempo entre os Blocos H e F da UCS, blocos onde os trabalhos dos dois GP’s do DT Multimidia foram apresentados.

Pesquisadores do grupo MID – Mídias Interativas Digitais, do qual faço parte, apresentaram 4 artigos. Talyta Singer e Kely Almeida fizeram sua leitura sobre como é o processo de produção e distribuição dos cursos oferecidos a distância pela UFMT. Mauricio Falchetti apresentou dois, Videos Interativos e Fan Films eram seus temas. Eu apresentei no dia 6 minhas conclusões sobre adaptações de uso e dinâmicas em sites de redes sociais por veículos de comunicação. Nossa orientadora Andrea Fernandez foi uma das coordenadoras do GP de Conteúdos Digitais e Convergências Tecnologicas.

É interessante conferir todos os papers. Vou postar aqui minha lista de recomendações. São artigos que li ou assisti seus autores os apresentando.

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A ideia de hegemonia na cibercultura – Edilson Cazeloto (Universidade Paulista) – clique!

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Considerações sobre o PRO-AM como estratégia Jornalística no Twitter – Vivian de Carvalho Belochio (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); Gabriela Zago (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) – clique!

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Da mediacão do Amar. Rascunho sobre sentimentos nas relacões sociais online – Jack de Castro Holmer (Faculdade Internacional de Curitiba); Georia Natal (Universidade Tuiuti do Paraná); Thiago Falcão (Universidade Federal da Bahia) – clique!

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Reflexões sobre o projeto Locast como experimento de plataforma móvel social – Eduardo Campos Pellanda (PUCRS) – clique!

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Propaganda na TV Digital: Usos e Demanda – Vários Autores – Clique!

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O Hoax e os desafios jornalísticos no trato da informação – Lucina Reitenbach Viana (Universidade Tuiuti do Paraná) – clique!

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Padrão HTML 5: Possíveis Efeitos no Jornalismo Digital – Iuri Lammel Marques (Universidade Federal de Santa Maria) – clique!

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Do papel ao iPad, livros e revistas publicadas em bibliotecas 2.0 – André Fagundes Pase (Famecos PUCRS) – clique!

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Gerenciamento de Impressões Pessoais através de Aplicativos Sociais: Uma Proposta de Análise – José Carlos Santos Ribeiro (Universidade Federal da Bahia); Thiago Pereira Falcão (Universidade Federal da Bahia); Tarcízio Roberto da Silva (Universidade Federal da Bahia) – clique!

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A Intercom do ano que vem já tem data e local definidos: de 3 a 6 de setembro em Recife – PE. Vamos estudar?

Te vejo lá. :D

Você sabe o que é um meme?

[vitor torres – irmão do meio]

Eu tenho uma irmã mais nova e um irmão mais velho. Isso significa que sou o filho do meio. Dizem que o do meio é sempre o irmão com maior tendência a ser chato. Isso pq, qdo se é o do meio, vc só ganha presentes usados pelo irmão mais velho (nunca tive um bicicleta nova T.T) e vê o caçula ser todo paparicado, afinal, ele é o caçula. Bem, isso nada tem a ver com este post, quer dizer, tem um pouquinho. A tal da irmã mais nova q eu tenho, está, no meu modo de ver, fazendo sua estréia no mundo que ela escolheu a partir deste momento, no caminho que decidiu traçar, agora, ela encontrará os monstros com quem irá duelar . Tudo bem, nem é tão dramático assim.

Fato é, que minha irmã, decidiu seguir o caminho de sucesso do irmão do meio, no caso, EU. Há algumas semanas começou o curso de graduação em Comunicação Social na mesma Universidade em que me formei, a UFMT. Ela tb quer ser uma publicitária mais ou menos sem dinheiro e com “milhão” de coisas a fazer. Ok! o caminho é o mesmo, o sucesso foi só de sacanagem.

Tá, ela já escreve pra blogs faz um tempinho e fica o dia inteiro (ou noite, pq dorme de dia) na frente do computador. Lemos, se quiser, te empresto minha irmã. Ela é a prova viva de que a socialidade tomou conta da rede.

Ai, assim, hoje ela começou uma coluna nova num site em que é colaboradora, o site do Espaço Cubo, e para minha surpresa, escreveu sobre Memes!! E a coluna que vai tocar a partir de agora, é sobre os Memes da Internet. Fiquei super emocionado. Até pq, com 2 semanas de universidade, eu, no máximo, tinha aprendido o caminho pro bar.

Bem, o texto é curto e segue ai embaixo. Sempre que ela escrever um novo post , faço meus comentários por aqui. Esse será provavelmente o único que vou “controlcecontrolvear” na íntegra. Deem uma chance pra moça e façam seus comentários. Tamos aqui pra isso.

Agora foi.

[ligia torres – Graduanda de Publicidade e Propaganda]

Você sabe o que é um meme? Bem, eu não sou uma especialista no assunto mas passo tanto tempo na internet que vou tentar te explicar. Não se sabe exatamente a origem do negócio, mas muitos dizem que Richard Dawkins, no livro ‘Gene Egoísta’, de 1976, criou a expressão para representar “ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma.”

Basicamente qualquer coisa que seja fácil, simples, intrigante de alguma maneira e que qualquer um possa reproduzir, principalmente na Internet. Ainda não conseguiu se situar? Bem, se você tem um twitter, ou usa a internet regularmente já deve ter ouvido as seguintes frases: “Puta Falta de Sacanagem” ou “Cala Boca Galvão” , pois então, esses são dois exemplos de memes que aconteceram aqui no Brasil, porém esse tipo de organização é muito mais comum em outros lugares no mundo, principalmente em lugares onde o Facebook é mais utilizado, pois ele é uma das principais plataformas juntamente com o Twitter. Basta alguém tirar uma foto realizando uma ação qualquer, normalmente algo fora do comum e o meme começa a se espalhar. Pois bem, nessa minha coluna semanal vou tentar mostrar um meme novo e talvez até criar um futuramente quem sabe.

O escolhido da semana é um meme clássico, meio bizarro mas que virou sensação durante meses mundo afora, conhecido como Lying Down Game. A brincadeira se resume unicamente em deitar no lugar mais estranho possível, reto, imóvel e de barriga pra baixo. Vejam agora uma galeria de fotos que separei pra vocês e sintam-se a vontade pra enviar fotos próprias do meme da semana ou pra indicar algum que você queira ver aqui.

Mais fotos do Lying Down Game? Clique aqui!

Somos Todos Criminosos

[talyta singer – mais um login]


Marcos chega a UFMT às sete e meia todos os dias. Na aula daquele dia o professor assistiu com a turma um documentário e ao final da aula pediu que os alunos tirassem xerox do capítulo de um livro que estava na copiadora do bloco. Por e-mail, ele recebeu um artigo científico que um amigo enviou para que fizessem um trabalho de outra disciplina. Antes de almoçar, ele viu no YouTube o trecho de um filme antigo para perceber como eram os movimentos de câmera. Todas as atividades de Marcos nessa manhã foram ilegais. Mas Marcos não existe, é apenas um personagem fictício. Ele, como a maior parte dos estudantes e professores, infringe todos os dias vários artigos da Lei 9.610, a Lei do Direito Autoral (LDA).

A Lei de Direito Autoral brasileira foi promulgada em 1998 em substituição a uma lei anterior, de 1973, e até hoje não sofreu alterações. Seus 115 artigos foram criados para proteger direitos de autor sobre obras intelectuais e tem como princípio central que toda a utilização deve ser expressamente autorizada por ele. A lei considera que são “obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro”, em citação literal do texto jurídico.

Um estudo realizado pela organização Consumers International a considera uma das leis mais rígidas do mundo por suas restrições que dificultam o acesso a cultura e ao conhecimento. O estudo comparou a nossa legislação com a de outros 34 países e ficamos com o sétimo pior lugar. A pesquisa está acessível no endereço http://www.a2knetwork.org, em inglês.

Na Suécia, por exemplo, os autores, ou um intermediário, detém o direito patrimonial e de exploração comercial das obras, mas existem um grande número de usos livres, principalmente para fins educacionais ou científicos. As exceções e limitações das leis preservam os usos socialmente relevantes das obras intelectuais e permitem o acesso aos textos de leis e decisões judiciais, a livre crítica artística, política e literária, a pesquisa científica e o livre uso de materiais na educação.

Na contramão, a lei brasileira não permite, por exemplo, copiar músicas de um CD para o computador ou tocador de MP3, exibir filmes para fins pedagógicos e nem tirar cópias de livros, mesmo daqueles com tiragem esgotada e para fins educacionais. As grandes limitações da lei e falta de exceções faz com que  instituições de preservação do patrimônio cultural, como bibliotecas e cinematecas, não possam tirar cópias para preservar obras que estão deteriorando.

Apesar de a lei afirmar que, no domínio das ciências, o conteúdo científico ou técnico está livre de proteção, ela recaí sobre a forma literária e artística das obras, ou seja, nos livros, filmes ou qualquer tipo de registro, materiais essenciais para a produção científica. O artigo 46 da LDA só permite a reprodução de pequenos trechos para uso privado e sem o intuito de lucro, sem explicitar o que é um pequeno trecho. A Associação Brasileira de Direitos Autorais Reprográficos (ABRD), órgão que representa algumas editoras, entende que não se deve copiar nenhum trecho essencial e que as cópias não podem ser solicitadas em fotocopiadoras.

Uma revisão da lei está em andamento, e o Ministério da Cultura abriu uma consulta pública para sugestões de alteração no texto da legislação, acessível em www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral. O prazo para apresentação de propostas vai até o dia 28 de julho de 2010. Mas é importante lembrar que a Lei de Direito Autoral só se estende a produção científica e cultural. O campo da tecnologia e das invenções, outro foco da produção dos pesquisadores, é regido pela Lei de Propriedade Industrial.

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